Segundo a ABRAPIA (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Criança e à Adolescência), Bullying é a palavra usada para descrever atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente.Este fenômeno ocorre principalmente em escolas, mas também pode ocorrer em outros lugares, como no trabalho e na internet.Ele é caracterizado por agressões físicas, verbais, apelidar, exclusão, entre outros.
Um alvo muito visado é o estrangeiro.Por serem diferentes, as pessoas acabam atacando-os.A estudante Beatriz Prado, 14 anos, viveu esta situação.Enquanto morava no Japão com seus pais, ela sofria fortemente com a reclusão.”Era discriminada porque era brasileira. Lá é um dos lugares do mundo que pegam mais pesado com isso, eles não falam com você, não tocam em você e até batem, mas isso de bater nunca aconteceu comigo. No começo eu sofria muito, sempre chegava chorando, mas com o tempo você acaba acostumando”.
Um fator que chama muita atenção é que por mais que as pessoas presenciem o Bullying, acabam não fazendo nada.De todas as entrevistadas, apenas a estudante Quezia Gabriela da Silva, 16 anos, disse que sempre que vê uma agressão física,tenta impedir ou chamar alguém que possa intervir.Porém também disse que não faz nada quanto às agressões verbais.
As agressões verbais são consideradas por muitos especialistas muito graves para a vítima.Elas causam um constrangimento muito grande, além de baixar a auto-estima.No fim, essas ações podem causar grandes incidentes, como o caso que inspirou o documentário Tiros em Columbine,do cineasta Michael Moore.
Erik P. Paulussi
Fonte: http://www.bullying.com.br/BConceituacao21.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
segunda-feira, 11 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Aconteceu dia 4 de de maio:
Em 1979,Margaret Thatcher foi a primeira mulher eleita como 1ª ministra da Inglaterra.
Enquanto foi ministra,adotou a política neoliberalista e conseguiu reduzir a inflação da Grã-Bretanha,além de baixar a cotação da libra.Por outro lado,o desemprego aumentou muito,devido às baixas no setor industrial.
Sofreu muitas críticas sobre seu estilo conservador,principalmente quando fez repressões à conflitos sociais.
Durante seu governo,o país teve o maior pico de desemprego,que chegou a 3 milhões.
Saiu do governo em 92,quando recebeu o título de Baronesa e ganhou um lugar na Câmara dos Lordes.
Erik P. Paulussi
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Margaret_Thatcher
Foto: http://www.astrologyweekly.com/natal-charts/images/margaret-thatcher.php.jpg
terça-feira, 28 de abril de 2009
O Jornalismo Dentro da Guerra
A importância da imagem
“Uma imagem vale mais do que mil palavras”. Tal dito popular nunca soa tão incisivamente nas coberturas jornalísticas nas grandes guerras, principalmente nos últimos 40 anos com o advento da internet, o avanço digital e aperfeiçoamento de satélites, de câmeras de vídeo e máquinas fotográficas. Até um simples aparelho celular, outro produto resultante da evolução tecnológica, acaba se tornando um álibi não descartável na captação de imagens de caos, de calamidade, de GUERRA que informem e mais do que tudo envolvam as pessoas. Este é o verdadeiro “armistício” do jornalista na proposta de envolvimento e imediatismo para o público.
Em 2001, praticamente em tempo simultâneo, o mundo acompanhou pela TV os ataques terroristas às torres gêmeas do World Trade Center em Nova Iorque.
A imagem dizia por si só o que acontecia naquele 11 de setembro.
Jornalista Soldado- A "influência" de Euclides da Cunha
Em meio a Segunda Guerra Mundial, cuja qual arrasta flagelos até os dias atuais, o Jornalista Joel Silveira foi enviado para cobrir a batalha. Nas trincheiras das disparidades, Joel relatava em textos o que acontecia nos campos. O fato rebusca as crônicas de Euclides da Cunha nas descrições de “A Guerra de Canudos”, 50 anos antes. Neste conto pré-modernista, Euclides, muitas vezes alojado em barracas, descrevia a situação e as missões de Antônio Conselheiro.
Desprovidos de tecnologias, mas fiéis a profissão, iam atrás da informação, presenciando os fatos, vivenciando as pressões da guerra.
Guerra.
O Jornalismo combativo também estava presente no jornalista José Hamilton Ribeiro. Cobrindo a Guerra do Vietnã na década de 1960, o jornalista perdeu uma perna ao pisar em uma mina. Porém, aos seus 76 anos de idade, Ribeiro ainda se encontra em plena atividade. As marcas da guerra ficaram. Mas não foi empecilho para a continuidade de seu trabalho.
Altobelly de Oliveira
Fotos:
http://tms.org/pubs/journals
http://defesanet.com.br
http://objetiva.com
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Queda do Muro de Berlim completará 20 anos
O Muro de Berlim será restaurado para a grande festa de 20 anos da queda,em novembro.Os murais que foram pintados também serão refeitos por artistas.

Um dos principais símbolos do mundo pós-Segunda Guerra Mundial, representava a divisão de uma Alemanha derrotada em dois pólos: um socialista e o outro capitalista.De um lado a URSS,do outro o EUA.
O muro foi construído no dia 13 de agosto de 1961 e tinha 66,5km de extensão.A segurança rígida para que não “pulassem o muro” era composta por 302 torres de observação,127 cercas eletrificadas com alarme e 255 pistas para o ataque de cães ferozes. 80 pessoas identificadas morreram,112 ficaram feridas e milhares foram presas na tentativa de ultrapassar essa barreira colossal.
A construção foi um marco da famosa Guerra Fria, uma luta entre as potências soviética e americana pelo controle do cenário sócio-econômico mundial.Este conflito não teve derramamento de sangue, mas após a demonstração do poder da bomba atômica na recém acabada guerra mundial gerava temores sobre uma possível guerra nuclear.A corrida armamentista era tão forte nessa época que muitas invenções do nosso dia -a-dia apareceram neste período.
Na noite do dia 9 de novembro de 1989,após muitas manifestações,o Muro de Berlim finalmente veio abaixo.A mídia foi um ponto essencial para essa queda,já que foi anunciado em uma coletiva de imprensa transmitida ao vivo para a Alemanha Oriental que seria abolidas todas as restrições quanto a viagens para o Oeste.O fato foi um verdadeiro mal entendido,pois a notícia deveria ser dada no dia seguinte,após avisarem todas as agências governamentais. Milhares de pessoas marcharam para o muro pedindo a abertura e os militares não sabiam o que fazer,mas com a força da multidão uma das passagens foi aberta às 23:00.Todo esse movimento foi mostrado ao vivo pelas emissoras.

segunda-feira, 13 de abril de 2009
Avanços Jornalísticos
- O primeiro jornal a surgir, foi em 59 a . c, chamado Acta. As tábuas de pedras eram utilizadas como suporte para a produção do jornal, que abrangia diversos assuntos e eram distribuídos nos espaços públicos.
- No inicio do século 15, surgiram as folhas volantes, que tinha como assunto as bulas papais e proclamações políticas.
- Já nos séculos 17 e 18, houve um grande aumento em relação ao número de jornais, e em 1702 a 1735, surge o primeiro jornal diário em inglês chamado Daily Courant de Samuel Buckley.
- O primeiro jornal a se manter como renda publicitária, foi Pennysylvania Gazette, nos EUA, em 1729.
- No Brasil, o primeiro jornal a surgir foi o Correio Braziliense, em 1808.
- Com a Proclamação da Republica, em 1875, o jornal que chamava-se “A Província da República”, torna-se um dos mais famosos jornais nacionais “O Estado de São Paulo”.
- Em 1950, os jornais brasileiros passam a ser influenciados pelos jornais americanos, e então a seguir o mesmo padrão ate os dias atuais.
- Com a evolução dos jornais, outro meio de comunicação que na época já era utilizado para agilizar as notícias é o rádio.O primeiro programa noticiário do radiojornalismo brasileiro foi Repórter Esso, na década de 30.
- Após alguns anos, surge o telejornalismo brasileiro com o programa O Seu Repórter Esso, sendo apresentado de 1953 a 1970.
Hoje, independente do meio que será passada a informação, dos mais antigos aos mais atuais, segundo Beltrão, fundador do Instituto de Ciências da Informação - ICINFORM, tornou-se também o primeiro Doutor em Comunicação do Brasil (Universidade de Brasília - UnB -, 1967), há quatro funções que são fundamentais para todos :
• Periodicidade
• Atualidade
• Universalidade
• Difusão
Elder Monteiro
Fontes : metodista.br//unesco/luizbeltrao/luizbeltrao.htm
Previsão do tempo: coisa de mãe Dinah?
Como o próprio nome já diz, a previsão do tempo prevê com antecedência qual será o clima do dia. Isso não significa que precisa ser “adivinho” para trazer a tona tal informação.
Essa previsão é baseada no estudo das condições meteorológicas do momento, buscando antecipar com alguma certeza as condições meteorológicas do futuro. O estudo se baseia em vários dados, imagens de radar, balões atmosféricos, fotos de satélite, bóias marítimas, estações meteorológicas entre outros. Depois esses dados são jogados em computadores com grande capacidade de processamento que analisam todas as possibilidades da evolução do tempo, daí surgem às probabilidades.
Os meteorologistas analisam as previsões e as concluem. Ou seja, nada é certeza tudo é provável, entretanto na maioria das vezes a previsão se concretiza. No Brasil os principais institutos de meteorologia são o INPE (instituto nacional de pesquisas espaciais) e o INMET (instituto nacional de meteorologia).
O instituto nacional de pesquisas espaciais (INPE) foi muito importante nas atividades de previsão do tempo e clima no Brasil. O INPE através do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) executa um modelo numérico de previsão do tempo e clima global, assim como modelos numéricos regionais na América do Sul.
Primeira previsão internacional do tempo
Um forte vendaval no Mar Negro destruiu, em novembro de 1854 , toda a frota conjunta da Inglaterra, França e Turquia que lutavam na guerra da Criméia. As forças da natureza interferiram no destino do homem. Para que isso não ocorresse novamente, Napoleão 3º recomenda que o astrônomo e diretor do Observatório de Paris, Urbain Leverrier, estude o fenômeno.
Ele analisa o conjunto de informações reunidas por 250 estações meteorológicas européias ao mesmo tempo. Essa atitude era inovadora já que só se avaliava os dados de cada estação em particular. Dessa maneira Leverrier conseguiu provar que o vendaval poderia ser previsto com antecedência evitando o incidente.
Então no dia 19 de fevereiro de 1855 o engenheiro francês apresentou na Academia de Ciências de Paris, o primeiro boletim telegráfico do tempo. A invenção serviu de base para o rápido desenvolvimento do serviço internacional de meteorologia.
Fontes: http://www.goethe-bytes.de; http://pt.wikipedia.org
Por Emanuel Chaves
Essa previsão é baseada no estudo das condições meteorológicas do momento, buscando antecipar com alguma certeza as condições meteorológicas do futuro. O estudo se baseia em vários dados, imagens de radar, balões atmosféricos, fotos de satélite, bóias marítimas, estações meteorológicas entre outros. Depois esses dados são jogados em computadores com grande capacidade de processamento que analisam todas as possibilidades da evolução do tempo, daí surgem às probabilidades.
Os meteorologistas analisam as previsões e as concluem. Ou seja, nada é certeza tudo é provável, entretanto na maioria das vezes a previsão se concretiza. No Brasil os principais institutos de meteorologia são o INPE (instituto nacional de pesquisas espaciais) e o INMET (instituto nacional de meteorologia).
O instituto nacional de pesquisas espaciais (INPE) foi muito importante nas atividades de previsão do tempo e clima no Brasil. O INPE através do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) executa um modelo numérico de previsão do tempo e clima global, assim como modelos numéricos regionais na América do Sul.
Primeira previsão internacional do tempo
Um forte vendaval no Mar Negro destruiu, em novembro de 1854 , toda a frota conjunta da Inglaterra, França e Turquia que lutavam na guerra da Criméia. As forças da natureza interferiram no destino do homem. Para que isso não ocorresse novamente, Napoleão 3º recomenda que o astrônomo e diretor do Observatório de Paris, Urbain Leverrier, estude o fenômeno.
Ele analisa o conjunto de informações reunidas por 250 estações meteorológicas européias ao mesmo tempo. Essa atitude era inovadora já que só se avaliava os dados de cada estação em particular. Dessa maneira Leverrier conseguiu provar que o vendaval poderia ser previsto com antecedência evitando o incidente.
Então no dia 19 de fevereiro de 1855 o engenheiro francês apresentou na Academia de Ciências de Paris, o primeiro boletim telegráfico do tempo. A invenção serviu de base para o rápido desenvolvimento do serviço internacional de meteorologia.
Fontes: http://www.goethe-bytes.de; http://pt.wikipedia.org
Por Emanuel Chaves
Relação entre Jornalismo e a Igreja
Há algum tempo Jornalismo e Igreja vêm travando algumas batalhas. De um lado, denúncias sobre supostas irregularidades na cúpula de algumas religiões. Do outro, contestações a possiveis "perseguições" por parte da imprensa.
Prova disso é a recente batalha entre uma denominação evangélica e o maior jornal do país, que acontece diariamente na mídia impressa e televisiva (na emissora pertencente à igreja evangélica).
Para falar um pouco sobre a relação entre a religião e jornalismo, os entrevistadores do J&H, Elder Monteiro e Levi Barboza falaram com o Frei Ismael Stangherlin, da Igreja Católica. Tentamos falar também com a Igreja Universal do Reino de Deus, que não quis se pronunciar sobre o assunto.
Veja a entrevista com o Frei:
Jornalismo & História: Qual o relacionamento entre a Igreja e a Imprensa de modo geral?
Frei Ismael: Muito cautelosa, porque a Igreja tem consciência da grandiosidade desse meio de comunicação, tanto para comunicar, quanto para denunciar. Por outro lado a Igreja sente-se perseguida, pois os meios de comunicação utilizam das falhas dos membros que constituem a Instituição Igreja, com o intuito de obter Ibope (audiência).
J&H: Qual o posicionamento da Igreja diante as críticas feitas pela imprensa?
FI: As críticas são bem-vindas, sempre deparadas para que elas possam ajudar para renovação, ou mudança se necessário.
J&H: A Igreja utiliza os meios de comunicação? De que forma?
FI: A Igreja utiliza-se do projeto segundo Frei Maximiliano Maria Kolbe, cujo objetivo é usar todos os meios de comunicação (Jornais, Revistas, Rádio, Televisão, Internet), para evangelizar.
J&H: Com a divulgação por meio da mídia, a Igreja consegue aumentar o número de fiéis?
FI: O objetivo da Igreja é evangelizar (conscientizar).Mostrar a importância de ter uma religião, fé, dentro de sua liberdade. O aumento do número de fiéis é uma consequência dessa divulgação.
entrevista por Elder Monteiro e Levi Barboza
texto por Allan Simon
Prova disso é a recente batalha entre uma denominação evangélica e o maior jornal do país, que acontece diariamente na mídia impressa e televisiva (na emissora pertencente à igreja evangélica).
Para falar um pouco sobre a relação entre a religião e jornalismo, os entrevistadores do J&H, Elder Monteiro e Levi Barboza falaram com o Frei Ismael Stangherlin, da Igreja Católica. Tentamos falar também com a Igreja Universal do Reino de Deus, que não quis se pronunciar sobre o assunto.
Veja a entrevista com o Frei:
Jornalismo & História: Qual o relacionamento entre a Igreja e a Imprensa de modo geral?
Frei Ismael: Muito cautelosa, porque a Igreja tem consciência da grandiosidade desse meio de comunicação, tanto para comunicar, quanto para denunciar. Por outro lado a Igreja sente-se perseguida, pois os meios de comunicação utilizam das falhas dos membros que constituem a Instituição Igreja, com o intuito de obter Ibope (audiência).
J&H: Qual o posicionamento da Igreja diante as críticas feitas pela imprensa?
FI: As críticas são bem-vindas, sempre deparadas para que elas possam ajudar para renovação, ou mudança se necessário.
J&H: A Igreja utiliza os meios de comunicação? De que forma?
FI: A Igreja utiliza-se do projeto segundo Frei Maximiliano Maria Kolbe, cujo objetivo é usar todos os meios de comunicação (Jornais, Revistas, Rádio, Televisão, Internet), para evangelizar.
J&H: Com a divulgação por meio da mídia, a Igreja consegue aumentar o número de fiéis?
FI: O objetivo da Igreja é evangelizar (conscientizar).Mostrar a importância de ter uma religião, fé, dentro de sua liberdade. O aumento do número de fiéis é uma consequência dessa divulgação.
entrevista por Elder Monteiro e Levi Barboza
texto por Allan Simon
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